A nova versão adiciona fatores de correção do consumo de energia para diferentes cenários de uso (residencial, escritório, shopping center, hospital), considerando o impacto da frequência de uso do elevador, altura de viagem e carga no consumo de energia. A norma também introduz o conceito de “taxa real de eficiência energética operacional”, exigindo que os fabricantes de elevadores forneçam relatórios de avaliação de eficiência energética com base em dados operacionais reais.